~ the king

the battle was long it was a painful ride the king didn't know for sure what things he would find. the path seemed so cold he was alone the whole time mother smothered the kisses father never understood why. he found solitude some time after he understood why the world felt so old glanced at... Continue Reading →

~ suspiro

Eu levava-te num barco para longe onde não tivesse de prometer que o destino já estava desenhado e eramos o último suspiro antes de morrer. Eu pintava um novo céu estrelado para te abraçar mais uma vez porque o velho poeta morre calado e eu tinha, ainda, tanto para escrever. Eu acolhia-te numa noite de... Continue Reading →

~ nostalgia

I used to fill my time with nostalgia All my hours had your name I was the mother of this murderous child That echoed softly in my brain Words meaningless, full of dishonesty Cause It’d be mean to say I didn’t miss you Words meaningful, lacking consistency Still, it'd feel cruel if you said you... Continue Reading →

~ the letter

I’m angry but quiet and you dodged the bullet years ago. Now, roll over in your desires and I assume I could’ve never known the idea I portrayed of myself and the ruins of dreams I’m expected to achieve. There’s a letter on top of the table, that I’m still hoping someday you’ll read. I’m... Continue Reading →

~ 18

Nunca pintei as paredes do meu quarto, só escrevi os nomes das canções que ouvia na rádio e o tempo não para, quando o meu mundo está parado; se for para ires embora, fica só mais um bocado. Nunca soube ao certo se era certo ter a certeza, se fazia mossa, à libertina moça, levar... Continue Reading →

~ casa toda

Eu não sabia o caminho para casa até perceber que o caminho era eu; que nenhuma casa havia sido minha e que há Julietas que matam o Romeu. Eu não sabia que era compreensível ir embora sem avisar; que ninguém gostava assim tanto quanto dizia e que é fácil viver sem prometer ou amar. Que... Continue Reading →

~ grande coisa

Eu sempre quis grandes coisas. De tanto querer, fiquei assim. Assim só como quem não quer a coisa que eu não sabia que sempre esteve em mim. Eu sempre quis ser grande coisa mas nunca fui tão interessante assim; só sonhava grandes sonhos para compensar o que sonhavam de mim. A grande coisa é que... Continue Reading →

~ quando escrevo

Quando escrevo não peço licença. Não há hora certa para ser nem tempo adequado para viver. Sou intransigente às paragens que me preenchem a monotonia de intervalos e não preciso de me despir para ser. Deambulo e afugento os momentos mortos; conto os segundos que não são meus, e todas as palavras que fiz minhas... Continue Reading →

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